02/11/2015
Safári Fotográfico - Meio Ambiente

Alguns escoteiros solicitaram à chefia que os acompanhassem numa jornada ecológica. Tratava-se do Safári Fotográfico da lista de provas Rumo e Travessia do ramo escoteiro.  Sabendo disso, ch. Jota traçou o trajeto para a atividade e os escoteiros convocaram os demais. Alguns não foram, e perderam uma ótima oportunidade de passar algumas provas no feriado de finados.

O início do Safári foi na Praça Brasil (Albino Hillebrand), às 9 horas da manhã (seria às 8 mas um escoteiro atrasou) do dia 02.11.2015, segunda-feira.

Ali foi explicada para eles a importância do Divisor de Águas que tem em Carazinho. Não se conhece outro município no Rio Grande do Sul em que exista um DIVISOR DE ÁGUAS em sua principal avenida, a avenida Flores da Cunha.

Para marcar essa importante posição geográfica foi construído um Marco no canteiro central em frente ao Banco do Brasil.

Depois disso todos rumaram de carro até a sede social do Schuster & Medeiros. Lá foi explicado para todos a importância da preservação daquele córrego pela Empresa Schuster. Foi explicado também que dentro da sede social existem duas árvores de Pau Brasil, que foram germinadas pela ch. Regina e plantadas lá pela Alcateia Cônego Sorg em uma atividade.

Depois de lá começa o caos. A sanga que corre daquela vertente forma a Sanga da Princesa. Jogam de tudo na sanga, e isso pode ser visto de vários pontos visitados, especialmente nos pontilhões e pequenas pontes existentes no Bairro Princesa.

Nas imediações do Grêmio Aquático, a sanga aumenta, porque recebe as águas de outra sanga que vem do Bairro Braganholo, mas a quantidade de lixo aumenta. Nos fundos do Aquático a sanga foi canalizada, e ali ela (felizmente) não recebe mais lixo, mais o cheiro ruim alerta para a contaminação da sanga.

Há locais na vila Medianeira que não puderam ser visitados, pois as casas estão muito próximas da sanga, com ponteiras de esgoto e muito lixo, e os moradores se sentem incomodados com a presença de estranhos fotografando o que deveria ser cuidado por eles.

No final da Vila Medianeira a sanga recebe as águas que vem de uma sanga proveniente das terras dos Tombini. A água vem limpa porque não passa por nenhum bairro, mas ela vai ao encontro da Sanga da Princesa e lá fica contaminada.

Na estrada de chão batido que liga o Bairro Medianeira com a rodovia federal BR 386, nas proximidades da Ulbra, existe mais uma ponte e a sanga da Princesa passa por baixo dela. Ali já se pode afirmar que é o início do Rio Glória. A água já não tem mais muito lixo sólido, mas continua poluída e contaminada.

Naquela estrada de chão existe muito lixo. Lixo doméstico, lixo de empresas, e descarte de entulho de obras.  Uma vergonha para nosso município, pois quem leva aquele lixo certamente vai de carro, de camionete ou de caminhão. São pessoas esclarecidas e deveriam saber da importância de não degradar o meio ambiente.

No final do trajeto, no matinho desta ponte, perto da antiga pedreira, os escoteiros colheram rastros de animais. Existiam vários rastros, e dois foram escolhidos para o molde em gesso. Um era de graxaim; o outro provavelmente de um cachorro bem grande.

O safári encerrou as 11:30 da manhã. Muitas fotos foram tiradas e houve muita indignação pelo excesso de lixo encontrado no caminho.

Vale lembrar, ainda, que no dia anterior (domingo) a escoteira Paola foi com seus pais no Parque da Cidade, no matinho do Mutpio, e lá plantaram, pela segunda vez, várias mudas de Gazânias como parte de seu projeto de embelezamento do local.

Fotos na galeria de fotos.

Participantes

Escoteiros

Gabriel Barden da Silva

Lucas Kapp

Paola Vianna

Raul Jordani Pereira

Adultos

João Kressin

Margarete de Quadros

Regina Sincas

Voltar